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ESTUDO
Estudos na Área de Embalagem

O Núcleo de Estudos da Embalagem ESPM realiza permanentemente estudos voltados aos temas de interesse da embalagem em geral e de seu Programa de Ensino em particular. Desenvolvemos “proposições” que se tornam temas de estudos e envolvem diversas empresas do mercado convidadas a trabalharem juntas com o Núcleo para gerar “novas proposições de embalagem”.

Exemplo de Proposição gerada nos estudos do Núcleo:

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A proposição desta embalagem é criar uma nova embalagem. Algo novo, diferente e capaz de se apresentar como uma inovação em qualquer categoria onde for apresentada. Nosso objetivo era integrar um grupo de empresas para que juntas vencessem os vários desafios deste projeto. Quatro empresas diferentes trabalharam sovb a coordenação do Núcleo para colocar em tempo record esta nova embalagem no mercado.

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Texto divulgado na imprensa:

Unir materiais tão distintos como papel e plástico em uma embalagem melhor já é um desafio e tanto. Quando se fala em juntar empresas aparentemente concorrentes, a tarefa parece inviável. Mas é exatamente nesse ponto que reside a originalidade do PaperPouch, a primeira embalagem stand-up pouch de papel do mercado brasileiro. Criada pela Dow em parceira com a Tradbor, Ibema e o Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), a embalagem, única e sofisticada, é capaz de diferenciar qualquer produto dos concorrentes e saltar aos olhos do consumidor que passa pela prateleira do supermercado. As possibilidades de incorporar outros materiais são praticamente infinitas, permitindo a proteção necessária para as mais diversas aplicações, como embalagem de grãos secos, cereais, café, ração animal, produtos de limpeza em pó entre muitos outros itens.

“Trabalhar com parceiros da indústria neste projeto inovador é uma grande satisfação para nós da Dow e nos permite ingressar em novos segmentos do mercado de Embalagens. O PaperPouch reforça o nosso compromisso com os clientes de nossos clientes, ou seja, com a indústria final e com o varejo, que necessitam de inovação em embalagens para atender às diferentes necessidades do consumidor final”, diz Javier Constante, diretor Comercial da Dow para a América Latina. “A nova embalagem é uma maneira criativa de diferenciar o produto no ponto-de-venda, permitindo que ele fique ‘em pé’, melhorando a exposição da marca e garantindo uma embalagem de qualidade e diferenciada para o consumidor”, finaliza.

Trabalho em Equipe

A novidade resulta de uma cuidadosa combinação capaz de trazer o que cada material tem de melhor. A rigidez do papel é o que coloca o PaperPouch "em pé". A Ibema, tradicional fabricante brasileira de papéis, ficou responsável por definir o papel ideal. “Desenvolvemos um novo papel especialmente para o PaperPouch e o resultado foi acima do esperado, balanceando textura, cor e as propriedades físicas necessárias para a aplicação”, afirma Rogério Junqueira, gerente de Desenvolvimento de produtos da Ibema.

Já no campo do plástico, o objetivo era fornecer a melhor proteção ao produto. O polietileno foi escolhido pela capacidade de selagem e integridade mecânica, além de poder ser incorporado a outros materiais por coextrusão ou laminação. Bruno Pereira, gerente de marketing para embalagens de alimentos da Dow, ressalta que “o PaperPouch é uma das grandes inovações de 2010 no segmento de embalagens e mostra o potencial da integração de materiais de forma inteligente”.

A Tradbor, empresa com mais de dez anos de experiência no mercado de stand-up pouches, imprimiu ao PaperPouch os mais elevados padrões de acabamento, oferecendo a possibilidade de incorporar acessórios, tais como zíper e bico dosador. A empresa oferece o PaperPouch pré-formado e, se necessário, equipamentos práticos e de custo acessível para o enchimento automático. Segundo Alan Baumgartem, diretor da Tradbor, “PaperPouch trouxe inúmeros desafios na conformação da embalagem, mas nossa experiência de mais de dez anos no mercado de stand-up pouches fez a diferença”.

Custo de Adoção

O PaperPouch oferece a mesma flexibilidade de tamanho e volume que um stand-up-pouch tradicional, podendo ser usado para acondicionar diversos tipos de produtos. A empresa receberá a embalagem pronta, ou seja, o PaperPouch já vem preformado. Fica faltando apenas colocar o produto e selar a solda superior. O processo de enchimento pode ser realizado manual ou automaticamente por máquinas fill and seal (FS). A possibilidade de enchimento manual garante baixíssimo custo de adoção e experimentação enquanto os equipamentos FS trazem a velocidade e automação necessários para alta escala mantendo baixo custo de investimento e operação.

Ferramenta de Marketing

Cerca de 90% dos produtos não têm apoio de ações de marketing, segundo números do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), local onde o projeto do Paper Pouch foi concebido. Sendo assim, a embalagem passa a ser a principal forma de comunicação com o consumidor e deve ser bem trabalhada. Para Fábio Mestriner, coordenador do Núcleo, "esse projeto é um ‘pequeno milagre’ por unir empresas completamente diferentes, que foram capazes de somar esforços e criar o impensável. Esse é o caminho para a inovação de embalagem: combinação de materiais com benefícios reais para o cliente”.

O PaperPouch oferece uma solução diferenciada para diversas aplicações, sendo uma alternativa de baixo custo para deixar o produto em pé na gôndola. Em termos de sustentabilidade, proteção ao produto, pouca geração de resíduos pós-consumo e baixo consumo de recursos naturais estão entre os pontos fortes dessa aplicação. Também se apresenta como uma opção para embalagens tipos refil podendo inclusive substituir algumas estruturas mais pesadas. O aspecto visual do PaperPouch vai surpreender o consumidor em qualquer categoria.

 



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